Hackers perdem lucros com a crise da COVID-19

A empresa norte-americana de inteligência em blockchain Chainalysis, especializada em dados do mundo cripto, divulgou um relatório que mostra que os cibercriminosos estão ganhando menos do que esperavam, a análise ainda aponta que houve queda de 33% na receita de Bitcoin. Para se ter ideia, o valor das fraudes semanais com as criptomoedas, passou de US$4,2 milhões para cerca de US$ 2,9 milhões. Com o declínio do valor do Bitcoin no início da pandemia, os criminosos foram obrigados a vender os seus lucros.

Pandemia estimula as fraudes

Durante o mês de abril, tanto o governo norte-americano como também o britânico  divulgaram uma lista com a relação de 2.500 sites possivelmente ilegais, que eram utilizados por criminosos digitais para se aproveitar do momento de pânico da população, para aplicar golpes, com a venda de supostos remédios para o combate ao vírus, onde faziam propostas com o Bitcoin.

A Microsoft fez um post nas redes sociais, no qual vinculou boas notícias em relação aos crimes na internet; especialistas em TI descobriram que mais de 60.000 e-mails que aparecem no corpo do texto ou anexo, contém informações falsas relacionadas ao vírus. A empresa multinacional monitora de perto os crimes cibernéticos, uma vez que os golpistas se aproveitam da pandemia, para tentar convencer os usuários a enviar dinheiro. Um dos casos mais comuns é pedir bitcoins as vítimas, prometendo realizar falsas doações para entidades carentes, onde há promessas de ajuda no combate à pandemia. Há também a hipótese do criminoso falar que tem a doença e vai espalhar para família do usuário caso não envie Bitcoin.

Outro fator muito comum, nos crimes cibernéticos, é o hacker prometer o envio de máscaras, em troca de Bitcoin. Em todos esses casos, o objetivo é sempre encontrar uma maneira de conseguir persuadir o usuário a doar as criptomoedas. Conseguiu entender como os criminosos agem? Fique atento e não caia em golpes! Veja como isso impacta também no esquema de pirâmides financeiras no nosso próximo artigo cripto.

Imposto de Renda: Como fazer a declaração com Bitcoin

Estamos próximos da declaração do imposto de renda, porém, já sabe como inserir o Bitcoin neste processo?

Você pode estar se perguntando: Consigo declarar Bitcoin no imposto de renda?

A resposta é sim, mas afinal, qual a relação entre Bitcoin e IR? Leia o nosso artigo a seguir e entenda um pouco mais a respeito do assunto.

 A Receita Federal ainda não definiu uma norma para as criptomoedas, porém, as mesmas devem sim ser declaradas, pois, elas possuem o mesmo valor de um ativo financeiro; todas as operações realizadas com o Bitcoin devem ser comprovadas através de uma documentação legítima.

Como fazer a declaração de IR com Bitcoin?

Para fazer a declaração do IR com Bitcoin, coloque a posição – data, hora e preço da aquisição e quantos possuía, por exemplo: em 31/12/2019 , meia-noite e qual foi o preço da aquisição de criptoativos; este é um pré-requisito necessário para a declaração, pois se refere a uma normativa da Receita Federal;

A partir de agora é obrigatório que as pessoas façam a declaração do IR dos seus criptoativos; os rendimentos das aplicações em Bitcoin e outras criptomoedas, em geral, são isentos de Imposto de Renda para aplicações acima de R$ 35 mil; assim, como um investimento em ações, a alíquota do IR é de 15% sobre o lucro investido com a venda dessas criptomoedas.

O imposto sobre o rendimento deve ser gerado e recolhido pela própria pessoa que investiu, uma vez que o pagamento deve ser efetuado através de uma guia de recolhimento (DARF), até o último dia do mês seguinte; desta forma, os investimentos em Bitcoin estão sujeitos a chamada Tributação Exclusiva ou Definitiva;

E aí, aprendeu como fazer a declaração do Bitcoin no imposto de renda? Deixe o seu comentário abaixo!

O que acontecerá com o Bitcoin após o Halving?

A pergunta que todos estão se fazendo: será que o Halving irá valorizar o preço da criptomoeda após o fim da pandemia? A resposta é o que todo o mundo quer saber!

Antes de tudo, é necessário entender do que se trata o Halving: é um evento que ocorre a cada 4 anos e nele a quantidade de Bitcoins minerados são reduzidos pela metade. Cada minerador passa a ter menos recompensas com a criptomoeda e, em resumo, a oferta é reduzida pela metade. Neste mês de maio, ocorreu o terceiro Halving da história.

Para alguns traders não há nenhum motivo plausível pelo qual Satoshi Nakamoto tenha criado o evento, mas o que se sabe é que foi pensado com o objetivo de aumentar a escassez, diminuindo a oferta e aumentando o preço do ativo.

O impacto do corte da recompensa

Os mineradores geralmente se utilizam de altos poderes computacionais com o intuito de adicionar novos blocos na blockchain. Atualmente contamos com 12,5 BTCS e a expectativa é que após o evento seja reduzida para 6,25.

Com base em análises dos Halvings anteriores, é possível notar que o valor da criptomoeda aumentou 80 vezes. Na opinião dos traders, este Halving será positivo pelo fato de gerar muita atividade no mercado. Para eles, se o valor do Bitcoin estagnar, isso significa que terão mais lucros, pelo fato que as pessoas sentirão mais confiança para aplicar.

Mineração e Halving: entenda a relação

Sem dúvidas, o Halving é o grande evento do mercado cripto. 

Mas não podemos esquecer também de como este fenômeno afeta a mineração. A rede pode ficar mais lenta, as transações podem ficar mais demoradas e há a possibilidade de ocorrer uma menor liquidez no mercado. E isso, somente as novas tecnologias de dimensionamento de rede podem resolver.

Com a COVID-19 e a recente alta de preço do Bitcoin, a mineração pode se tornar um processo arriscado a curto prazo. Por isso, muitas mineradoras que não possuem muitos recursos computacionais estão sendo obrigadas a fechar, fazendo com que a rede Bitcoin enfrente um aumento da centralização, o que preocupa em termos de segurança, já que neste caso se abre a possibilidade para a atuação de hackers.

O Bitcoin vai subir após o Halving?

O que se sabe é que na última semana do mês março, o valor do Bitcoin despencou mais de 50%. Porém, até meados de abril, o ativo registrou uma alta de 90%, após a recente desvalorização. Até o começo de maio o Bitcoin teve uma alta considerável, ultrapassando a barreira dos R$ 50 mil reais. Vale ressaltar que nos Halvings anteriores, tanto em 2012 como 2016, o valor da criptomoeda apresentou um aumento expressivo, no ano seguinte.

Diante desses movimentos, temos alguns cenários distintos:

  • O de incerteza, pois ainda não se sabe ao certo até quando irá durar a crise ou se o Halving irá valorizar cada vez mais a criptomoeda; 
  • Investidores buscam ativos que são considerados como reserva de valor para proteger os seus investimentos. Por isso é possível acreditar que o Halving impactará de forma positiva o Bitcoin;
  • Desde o último evento, a taxa de inflação do Bitcoin vem caindo em pelo menos 1,5%. No próximo ano é esperado que a taxa de inflação diminua em 2%. Além disso, a proposta de valor, a escassez do ativo continuará aumentando. Assim, levará em média 20 anos para que a última criptomoeda seja produzida.

Halving na pandemia: saiba quais são os efeitos causados pela COVID-19

A pandemia está causando um efeito devastador em diversas economias mundiais, principalmente na economia brasileira, com variações no PIB, encerramento de contratos de trabalho, dentre outros fatores. Esta crise também gera preocupações no mercado cripto. Com o Halving , a tendência é que o preço do Bitcoin sofra alterações num futuro próximo.

Com a chegada do Halving, muito se especula em relação ao preço do Bitcoin, por conta dos acontecimentos históricos. Fazendo uma análise dos últimos eventos, é possível perceber que houve uma alta no valor da criptomoeda. Mas essa será a primeira vez que teremos uma redução da recompensa em meio a uma crise global. 

Para especialistas em criptomoedas, o Halving causará uma “guerra” entre os mineradores, por isso, poderá haver uma grande diferença no preço da moeda. Na semana passada, houve um recorde histórico, o que fez com que a taxa de hash para mineradores que operavam com máquinas mais antigas deixassem de minerar, fazendo com que a hashrate caísse mais de 40%, desde a alta histórica do dia 8 de março, passando de 123 EX/s para 75 EX/s. Este recorde tem como consequência também nas taxas de juros cobradas pelos mineradores.

Expectativa de queda após o Halving

Para mineradores/traders a expectativa é que o valor do Bitcoin possa cair para valores entre US$2.000 e US$2.200. Vale ressaltar que esta faixa de preço está consideravelmente abaixo do custo de operação, baseado nos serviços que as mineradoras chinesas fornecem; algumas delas estão mais preocupadas com o monopólio, do que com o status na blockchain em si. Vale lembrar que nos Halvings anteriores, não tínhamos uma pandemia. Os 3 fatores que irão influenciar no valor do Bitcoin após o evento, são:

  • A inflação/deflação das moedas fiduciárias;
  • Liquidez financeira global, uma vez que todos os ativos financeiros vão quebrar;
  • O pânico global em momentos de crise, já que o Bitcoin é um ativo para ser utilizados em momentos com este. 

O que diz a História Recente

O Bitcoin é um ativo totalmente digital, e a história do mostra que o Halving é sempre um bom momento, pois, o preço nunca sobe após o evento, somente alguns meses depois. Nos eventos anteriores, quando houve o corte da recompensa, o Bitcoin apresentou um ganho de até 10x

Para Marcelo Balloti, economista da E-Price Capital, o resultado deste Halving será diferente dos dois anteriores pelo fato de estarmos em uma crise econômica global. 

“Nos Halvings anteriores, houve uma forte elevação no preço do Bitcoin meses depois da redução da oferta; acredito que neste poderá  haver uma menor diminuição do valor do ativo com muitos buscando realizar suas posições para um posterior aumento; contudo vejo uma valorização posterior menos intensa do que ocorreu no passado”, afirma ele. 

Quer saber quais são as perspectivas para o Bitcoin após o Halving? Leia o nosso próximo artigo e entenda.

Coronavoucher é utilizado para aplicar em criptomoedas

A pior crise econômica do século chegou: saiba como o Coronavoucher pode ajudar a criar uma aplicação e gerar uma reserva financeira para enfrentar o que ainda está por vir

Recentemente, a corretora norte-americana Coinbase notou um movimento curioso: vários depósitos, de vários clientes, com o valor de 1200 dólares. O montante coincide com o mesmo valor fornecido pelo governo federal norte-americano, denominado de Coronavoucher, que está ajudando a população a superar a crise de saúde e econômica causada pela pandemia do novo Coronavírus. 

Crédito: RIC Mais

Nos EUA, diferentemente do Auxílio Emergencial brasileiro (conforme ilustração acima), o benefício não é só utilizado para minimizar os impactos sobre a renda que podem ser causados pela crise de saúde que o mundo todo está enfrentando; tem sido também aproveitado para fazer aplicações financeiras em criptomoedas. De acordo com o CEO da corretora, convertendo para a nossa moeda, o valor dos depósitos chegam a aproximadamente R$ 6.258, o que representa 10 vezes mais o montante que é disponibilizado pelo governo brasileiro. Além da aplicação, muitos americanos também têm utilizado o valor para comprar Bitcoin.

Desemprego forte nos EUA

Neste ano, até meados de abril, cerca de 22 milhões cidadãos norte-americanos entraram com o pedido no auxílio-desemprego, e a tendência é que esse número cresça cada vez mais ao longo do tempo; mas vale ressaltar que a pandemia causou efeitos no mundo todo, gerando desemprego em muitos países.

É possível comprar Bitcoin com o Coronavoucher americano?

Não há nenhum impedimento sobre como usar o dinheiro fornecido pelo governo norte-americano. Uma análise feita por uma das maiores corretoras do país, a Coinbase, aponta que os fundos de criptomoedas, em vez de ajudar as pessoas no combate à fome, possuem uma boa perspectiva de gerar no futuro, uma renda maior. Há dois motivos pelos quais as pessoas possam estar apostando no Bitcoin neste momento:

  1. Estamos às vésperas do Halving, evento que fará com que o preço da moeda suba, aumentando a escassez.
  2. A criptomoeda possui liquidez e também é descentralizada. Na Venezuela, por exemplo, pelo fato de o bolívar estar extremamente desvalorizado, o Bitcoin pode ser usado como um ativo seguro e moeda de troca futura.

Por que 2020 é o grande ano para o Bitcoin

O ano de 2020 tem tudo para ser o grande ano do Bitcoin, um destes motivos é o Halving. Além deste grande evento, já sabe quais são as principais razões que podem fazer de 2020 um grande ano para o mundo cripto?

Veja a seguir quais são os principais motivos:

. Halving

O evento mais esperado do mundo cripto, que acontece de 4 em 4 anos. Para o próximo, que acontece em maio, ocorrerá a mudança de emissão e oferta através da mineração, uma vez que a produção da criptomoeda cairá para 6,25 unidades. Desde o início da moeda, 2009, já ocorreram 2 Halvings, sendo que após o acontecimento o preço da moeda disparou. No último, em 2016, o preço do Bitcoin chegou a quase US$ 20 mil.

. A criptomoeda e o ouro

Surgiram muitas comparações entre o ouro e o Bitcoin nos últimos anos; atualmente a criptomoeda se caracteriza cada vez mais como uma reserva de valor para os investidores; por exemplo, em momentos de instabilidade, a tendência é sempre que o ouro valorize, e a perspectiva é que o mesmo ocorra com o criptoativo.

. O surgimento da Libra

Este é o ano de lançamento da nova criptomoeda do Facebook, a Libra, que surge em meio ao momento decisivo para o Bitcoin, próximo ao Halving, onde muitos investidores devem aderir ao ativo de maneira indireta. Com o surgimento da nova stablecoin do Facebook com isso há grandes chances de ocorrer um grande aumento do BTC;

. O Bitcoin como solução

Desde 2018, a principal criptomoeda vem ganhando cada vez mais espaço e este tem tudo para ser o ano da afirmação; no Brasil, está sendo discutida a regulamentação da moeda, porém grandes empresas, casos de Facebook e Telegram já trabalham com a criação de um novo ativo.

. Moeda escassa

O Bitcoin é de fato um ativo limitado, tanto que em 2008 apenas 21 milhões de unidades poderiam ser emitidas. Neste ano, a expectativa é valores da criptomoeda chegue a 90% do total da sua emissão, isso quer dizer a que a maioria das moedas está em circulação no mercado.

Fique ligado no nosso site e nas nossas redes sociais para saber tudo sobre o mundo cripto.

A Blockchain pode ajudar no combate a Covid-19

O Coronavírus tem incomodado a economia global, a saúde mental e psicológica das pessoas, principalmente, quando o tempo de isolamento social se estende. Não há um consenso em relação ao que pode ajudar no combate ao COVID-19. Ainda que alguma esperança surja em relação a alguns medicamentos, como a hidroxicloroquina, que já ajudou alguns pacientes, ainda não há evidências concretas sobre a utilização do medicamento como solução. Assim, em meio a tantas dúvidas, há uma curiosidade: a tecnologia da Blockchain pode ajudar, inclusive, atuando no front da batalha contra o novo Coronavírus.

Veja a seguir as frentes de contribuição da Blockchain!

1. Saúde

Os profissionais da saúde são aqueles que merecem os aplausos, pois estão na linha de frente para salvar vidas. A tecnologia da Blockchain, neste caso, serve para ajudar a diminuir o contágio atuando na automatização de serviços como, por exemplo, o envio de documentos dentro de um hospital, evitando o contato entre as pessoas. O volume de pacientes, no caso de o sistema de saúde entrar em colapso, pode ser muito grande, o que aumenta consideravelmente o risco de contágio do novo Coronavírus. Na China, epicentro da epidemia, já foi desenvolvida uma plataforma baseada em Blockchain, a Xiang Hu Bao, que priorizou transações associadas ao Covid-19 para realizar os pagamentos na área da saúde. 

2. Educação

Grande parte dos governadores do mundo suspenderam as aulas no modo presencial, fazendo com que sejam ministradas através de uma plataforma online. Assim, a missão da tecnologia na educação é fazer com que a escola ou a universidade rastreiem os alunos, fazendo o registro deles, na Blockchain. Esta é uma maneira de fazer com que o aluno não se sinta “vigiado”, mas sim motivado para executar as atividades. Com isso há um estímulo para a proficiência num determinado assunto. A Oral Roberts University em Tulsa, Oklahoma, já possui uma ferramenta de educação, credenciada em Blockchain e que ajuda os alunos a se comunicarem durante a pausa nas atividades presenciais.

3. Mídia

A mídia tem se destacado durante a cobertura da pandemia do novo Coronavírus. Porém, ainda são muitas as emissoras de televisão e também jornais impressos que, às vezes, na “ânsia” pelo furo de reportagem e pelo Ibope acabam publicando as chamadas fake news. Neste caso, a Blockchain atua como um sensor de notícias, onde é possível criar soluções através de dados criptografados para garantir a transparência. Quando as informações são apuradas podem ser vinculadas numa plataforma de notícias, sem sofrer manipulação. Assim como o novo vírus, a proliferação de boatos fazem muito mal à população.

Vantagens de se receber em Bitcoin durante a pandemia

Com o decreto mundial de pandemia, receber em Bitcoin pode ser uma alternativa

Neste momento em que estamos em casa por conta da quarentena, com a preocupação de não alastrar cada vez mais a doença, é importante lembrar que receber em Bitcoin em meio a pandemia, pode ser uma boa solução. O que se observa muito é a desvalorização das principais moedas do mundo, com exceção ao dólar; o real já ultrapassou a proporção de 1:5, desta forma um dólar passa a valer mais de 5 reais.

Receber em Bitcoin é a melhor saída

Guardar o ativo em uma e-wallet (carteira digital) é muito importante; assim como durante o período de isolamento social, receber em Bitcoin pode ser uma saída plausível, principalmente para aqueles que fazem o trabalho freelancer; estes profissionais muitas vezes trabalham de forma remota, o que estimula o uso das tecnologias digitais; por exemplo, caso tenha um estabelecimento, aceitar o recebimento em criptomoeda significa que estará sendo inserido em um mercado novo e, ao mesmo tempo, estará adquirindo conhecimento em relação a ele. O ativo perdeu força no início da pandemia, mas com o tempo tem mostrado sinais de recuperação. 

Relação com o COVID-19

A pandemia pode ser uma prova de fogo para as criptomoedas uma vez que é a primeira crise internacional que vivemos desde a sua criação. Receber em Bitcoin, além de ser um fato novo para algumas pessoas, agrega também na compra e venda de produtos e serviços. Há uma perspectiva em relação ao pós Halving, que ocorre em maio onde a expectativa é que a criptomoeda se valorize cada vez mais. Pode ser interessante também tecnologicamente para o seu negócio, fazendo com que consiga lucrar de forma online.

Além disso, a Blockchain tem ajudado muito nessa pandemia, sendo aplicada em algumas áreas. Ficou curioso para saber quais são elas? Leia no nosso próximo artigo!  

E aí, preparado para receber em Bitcoin?

Revolução: os efeitos da utilização do Bitcoin durante a pandemia

Desde o último dia 12 de março, mais conhecida como a “quinta-feira negra”, alguns ativos tradicionais e também o Bitcoin tiveram uma queda brusca nos valores, causando sérios impactos na economia mundial. O aumento nas incertezas provocaram uma elevada volatilidade, sendo assim, muitos traders procuravam um meio de comprar e vender o ativo, de maneira rápida, pois estava difícil de mensurar quais eram os períodos de alta e baixa.

De maneira geral, a pandemia trouxe uma reflexão, sobre o seu preço e como ela pode ser utilizada, com destaque para três categorias:

  •  serviços comerciais
  •  jogos de azar (poker, blackjack) 
  • deep web. 

Leia o tópico a seguir e entenda quais são os efeitos nas 3 categorias: 

Efeitos causados

Serviços Comerciais

Starbucks e Amazon são algumas empresas que aceitam a criptomoeda como forma de pagamento, motivada pelos fornecedores de serviços comerciais, ou seja, há uma relação com o mercado cripto, pois, quando a moeda está em alta, maiores são as chances de os comerciantes aceitarem o ativo como forma de pagamento. Através da blockchain, foi possível observar todas as transações dos fornecedores, onde houve uma queda considerável, gerando desistência na utilização do ativo por conta do COVID-19.

A pandemia nos jogos

O mais óbvio seria pensar que a pandemia é muito útil para o mercado de jogos de apostas (poker, blackjack), pelo simples fato que durante o período de quarentena, os “viciados” em jogos ficam mais tempo em casa, mas pelo contrário, até agora o que se pode notar, é uma queda nos fluxos do bitcoin para este tipo de serviço, desde a segunda quinzena de março. É importante salientar que esta queda, não é somente  por conta da ascensão do vírus no mundo todo, mas também porque isso não tem sido uma prática muito comum dos apostadores, já que isso ocorreu também durante o período de recuperação da criptomoeda; a maioria dos usuários joga apenas por “prazer” e não com uma perspectiva de lucro;

A deep web e o Covid-19

Nesta categoria, as análises passadas mostraram que a diminuição do valor da  Bitcoin pode ser considerado interessante, isso porque as receitas na deep web são muito menos afetadas. Os clientes mais assíduos estão dispostos a consumir mais drogas, sem se importar muito com a alta ou a baixa do ativo.

Hoje, a realidade é totalmente diferente, uma vez que as receitas monetárias caíram de forma considerável, dificultando a venda de medicamentos, por conta de que os principais cartéis mexicanos não conseguem encontrar uma substância chamada de fentanil, que é produzida dentro da China, local considerado o epicentro do vírus, ou seja, isso afeta muito a relação com os fornecedores deste tipo de mercado. Aos poucos, os chineses tentam retornar a “normalidade”, o que faz com que este mercado comece a prosperar também.

Perspectivas futuras do Bitcoin

Desde o início da pandemia global, alguns ativos tradicionais e também o Bitcoin tiveram uma queda brusca nos valores, com isso, muitos traders procuravam um meio de comprar e vendê-los, de maneira rápida, pois estava difícil de mensurar quais os períodos de alta e baixa, em meio a instabilidade. É possível falar de um evento “único e atípico”, ocasionado por uma  crise na saúde pública, que impacta na economia global; por isso, assim que a pandemia for controlada, a expectativa é que a utilização do Bitcoin seja normalizada, mesmo que não impacte de forma considerável nos jogos de azar e também na deep web, com a economia global voltando aos eixos de forma gradativa.

Aplique com a E-Price e fuja da crise do COVID-19

Diante dos recentes acontecimentos é possível afirmar que o bitcoin ainda é um ativo de refúgio?

Quarentena decretada, comércio fechado e economia parada…

Nas últimas semanas, desde quando o governador de São Paulo, João Dória fez o comunicado a população sobre o período de quarentena, muitas questões têm sido discutidas como, por exemplo, o que seria mais importante no momento, fazer o isolamento social priorizando vidas ou encerrá-lo, abrindo as portas para que a economia consiga prosperar? No dia 12 março que ficou conhecido como a “quinta-feira negra”, a criptomoeda caiu abaixo dos US$ 4 mil, atingindo a maior queda anual.

Mas uma pergunta que não quer calar é: o Bitcoin ainda é um ativo de refúgio? 

Leia o tópico a seguir e entenda!

O Bitcoin é um ativo de refúgio?

Em agosto de 2019  muitos especialistas disseram que o Bitcoin se tornou um ativo de refúgio, baseado numa relação correlativa,pois, desde quando a moeda surgiu, em 2009, o mercado ainda não havia passado por nenhum período semelhante ao que estamos vivendo hoje.

A crise instalada por conta do Coronavírus é o primeiro teste de fogo para saber se o Bitcoin pode ser de fato utilizado como um ativo de refúgio, ou se a criptomoeda ainda precisa preencher alguns pré-requisitos para possuir tal denominação; até o exato momento, a resposta é não, mas há boas perspectivas para que este status seja alterado, já num futuro próximo; esse tipo de aplicação geralmente são utilizadas por usuários para suportar as complicações de mercado, ou seja, aumentam o valor quando o mercado está volátil. Os títulos do tesouro, são um exemplo disso, com exceção de alguns governos, casos de Argentina e Venezuela que são lastreados através de um crédito concedido pelo governo; por isso o investimento em títulos pode ser considerado uma das opções mais seguras do mundo.

Com base no gráfico acima, pode-se notar que os títulos de 10 anos do governo norte-americano sofreram quedas consideráveis no mês de março. Isto porque houve um aumento considerável da demanda por eles (aumento da incerteza), assim como as reduções nas taxas de juros promovidas pelo FED. Nos momentos agudos da crise do COVID-19 houve uma busca por refúgio nos títulos norte-americanos; contudo percebemos o mesmo no Bitcoin, pela rápida recuperação do valor do ativo

Por que o valor do Bitcoin caiu?

Uma das razões da queda do valor do Bitcoin pode ter sido a procura por investimentos mais tradicionais, ou até mesmo a falta de conhecimento sobre como funciona a criptomoeda; com a crise ocasionada pela pandemia, houve um alto índice de desempregos; os governos tornam o dinheiro mais rápido e disponível para todos através de políticas monetárias e fiscais, onde o  Bitcoin pode funcionar como uma espécie de “proteção” para economias mais fracas.

A importância dos cortes de taxas do FED

Quando o mercado passa por um “stress”, muitos usuários esperam que o FED (Federal Reserve Departament) “salve” o dia; o órgão norte-americano é capaz de tomar de decisões que podem impactar na economia, uma medida tomada recentemente, e que gerou uma movimentação no mercado foi o corte das taxas de juros.Ter mais dinheiro no bolso não significa necessariamente que os consumidores irão comprar, provocando uma diminução de lucro no comércio, uma vez que muitos produtos não estão sendo fornecidos; 

O que vai acontecer com o Bitcoin?

Até a economia voltar  a se estabilizar e depois se aquecer, é possível se pensar em alguns cenários futuros para o Bitcoin, dentre eles estão:

  • O fato de que os ativos de refúgio, casos do ouro e dos títulos do tesouro norte-americano, estão ficando cada vez mais “caros”, por conta da diminuição das incertezas em alguns países da Europa, casos de Itália e Espanha, uma vez que a curva do número de mortos está achatando, aumentando as chances de a economia voltar ao normal rapidamente;
  • A procura por ativos mais baratos passam a ser maior por conta dos investidores Com essa desvalorização, o Bitcoin pode se beneficiar com o “rombo” excessivo do mercado de títulos;

Além de tudo isso, é necessário saber que o Halving do Bitcoin está próximo, então se recorrermos a dados históricos de eventos anteriores é possível destacar que a moeda terá um bom impulsionamento, um outro grande motivo para se apostar agora, é que nos últimos 4 anos, abril se mostrou um mês interessante para  quem quer investir; em 2016, neste mesmo mês, a criptomoeda valorizou 9%, no ano seguinte chegou a uma valorização de 23%, em 2018 chegou a atingir a alta de 34%, e por fim, em 2019, atingiu a máxima de 27%, o que nos dá esperança para que este fato se repita, mesmo em meio a pandemia. 

Então, está esperando o que para aplicar com a nossa assessoria? Nossos consultores estão disponíveis para atendê-los, afinal, o tempo é o nosso melhor ativo!