Halving: Pablo Borges aponta as tendências para 2020

Segundo semestre de 2019 foi muito bom para a economia, tanto que é possível pensar na valorização da criptomoeda, através do Halving, que ocorre neste ano.

Em 2019, houve uma grande surpresa em relação ao PIB, já que crescimento foi de 0,4%.

O impacto disso foi uma forte retomada dos investimentos, uma vez que houve um crescimento na produção de capitais de bens locais e também na importação e construção civil.

Porém, apesar deste boom, a parte de crescimento dos investimentos ocorreu de forma gradativa.

Até hoje ainda há um nível de oscilação muito alto da indústria

De fato, no ano passado, o governo desacelerou bastante a esteira da contenção fiscal, de retração de novos postos no setor público, com menos vagas de concurso público sendo abertas.

O mercado de criptomoedas

Tudo começou em 2008, com o então criador do bitcoin Satoshi Nakamoto que lançou uma moeda totalmente independente e descentralizada.

As criptomoedas são emitidas através de um processo chamado de mineração.

Pode ser feito pelo seu próprio computador e pela rede do Bitcoin, denominada de blockchain.

Afim de estimular os mineradores a continuar com o processo, Nakamoto criou uma espécie de recompensa.

Assim, a cada dez minutos um bloco contendo as últimas transações dos Bitcoins é emitido e junto a elas, as criptomoedas são criadas, havendo uma bonificação para quem minera.

Além disso, impôs um limite máximo de 21 milhões de Bitcoins a serem minerados.

Mas, somente o número de moedas não eram o suficiente, pois foi determinado que 210 mil blocos seriam produzidos, durante um ciclo a cada 4 anos.

Com isso, a quantidade de Bitcoins criados seriam reduzidos automaticamente pela metade.

Foi justamente esta queda na produção que ficou conhecida como Halving.

O primeiro bloco foi criado em 2009 e junto com eles foram minerados aproximadamente 50 Bitcoins.

Esse número foi previamente definido para os primeiros 210 mil blocos.

A importância do Halving

Em 2012, quando ocorreu o primeiro Halving, foram emitidos apenas 25 Bitcoins, aumentando a escassez.

Já em 2016, aconteceu o segundo Halving, diminuindo a produção para 12,5 Bitcoins produzidos por bloco pelos próximos 4 anos.

O próximo está programado para maio deste ano, e a expectativa é que chegue em 6,5 moedas produzidas.  

Para Pablo Borges, CEO da E-Price, neste ano o Bitcoin será valorizado, após o próximo Halving:

“A escassez nos dois primeiros Halvings, fez com que o Bitcoin valorizasse, seguindo o padrão da lei de oferta e demanda, logo é esperado uma alta valorização após o próximo ciclo”, afirma.

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